“Na minha pobre linguage A minha lira servage Canto que a minha arma sente E
o meu coração incerra, As coisa de minha terra E a vida da minha gente’ (Aos poetas clássicos).
Meu verso rastêro, singelo e sem graça, Não entra na praça, no rico salão, Meu verso só entra no campo e na roça Nas pobre
paiça, da serra ao sertão” (O poeta da roça).